terça-feira, 25 de agosto de 2009

uma vez Schopenhauer disse que "a vida humana é um pendulo que oscila entre o sofrimento e o tédio". faz uns dias que eu tô toda problematica e revoltada com esse ano: tem vestibular!!
todo mundo fica louco, paranóico e tonto assim também?

por enquanto eu ando sofrendo muito, tenho medo de não passar, de ter que fazer o abominável cursinho. ainda mais por que eu não consegui fazer a inscrição daquela prova chata pra cacete do ENEM.
até pouco tempo atrás eu confiava na minha inteligencia para passar na Cásper Libero. hoje eu tenho medo. tá um comendo o outro, neguinho tá ficando louco, subindo pelas paredes.

o meu "pêndulo" ainda não saiu do sofrimento, mas se eu passar ele sairá e vai entrar num profundo estágio de "tédio" - ou talvez não... (tomara que não!)
ano que vem eu não vou ter mais nada de tão grandioso e lindo pra conquistar. meu maior desejo vai estar se concretizando: vou morar na cidade mais linda do Brasil, ficar perto das pessoas mais queridas e estudar na faculdade mais foda do mundo ( HAHA, nem tanto..)
mas até isso eu fico nas "noites da agonia" até o dia do vest.

falando no schopenhauer, essa teoria me deu um certo "medo". cada vez que eu procuro sentido na vida, eu tenho mais vontade de virar hippie e "vender brinco de pena na praia".

sexta-feira, 14 de agosto de 2009



- What's your name?

- Matthew.

- You're here a lot, aren't you?

But you never talk to anyone.

quinta-feira, 13 de agosto de 2009



13/08/09, Afred Hitchcock faria 110 anos.

(preciso devorar os filmes dele, HAHA)

eu odeio quando eu acordo de ovo virado, e tenho crises de ódio e nervoso. parece que tudo me revolta, que todo mundo é idiota e que a única mente sã do planeta sou eu.
pois bem: eu tenho que vomitar todo o ódio para ficar mais leve, pronta pra outra recarga de boas (ou talvez más) idéias.

existe muita gente TROXA nessa vida. puta que pariu, eu fico chocada.
num buraco igual esse da minha cidade, nas capitais, nas vilas... existe gente muito troxa.
pessoas que acham que são boas por algum motivo, mas que na verdade não passam de uns merdas no mundo.

tem as madames, que usam aquelas roupas medonhentas coloridas e colares de safira. saem com o carro enfeitado de terço, chaveirinho de bonequinha... ok, elas podem ser milhonarias, mas são burras, fracassadas e EMERGENTES.

tem os caras lazarentos, que tem dinheiro e acham que o mundo é deles. compre e seja apresentável. não entendem que fora do "habitat natural" deles existe gente muito mais rica, muito mais capaz e mais esnobe que eles. uma hora eles tropeçam. e eu vou rir.

tem aqueles que vivem em busca de estilo. compram horrores, porém, são burros. ASNOS. acham que sabendo nomes de obras famosas serão inteligentes. qual é a moda agora? vintage? old school? indie? ah, por favor...

tem os pais de família, que trabalham, enchem os filhos revoltados e drogados de dinheiro, mas são uns merdas. alcoolatras, viciados em anti-depressivos. traem as esposas e traem-se. eles não tem mais aquela bola toda de 30 anos atrás.

tem os velhos que se fazem de moribundos. e as velhas que pegam os "brotos". quem tem cartão, tem tudo.

tem aqueles que vivem para estudar, comem para decorar formulas, dormes para memorizar. isso é uma vida tediosa. tomara que você se foda se for assim, nerd do inferno.

tem aqueles tipo eu: acham que a vida é emocionante, mas na verdade só fazem as coisas que o resto tem medo. pobres... pobres de espírito, de mente. vivem pra reclamar, fumar, ler e tentar mudar o mundo. mas tem preguiça... isso sim é ser um verme.

qual é o teu tipo?

terça-feira, 4 de agosto de 2009

to vendo "Nirvana - Unplugged" e, bicho... chorei!
eu não gosto de ver meus ídolos - aqueles que se foram, lógico - por que dá saudade. até daqueles que eu não vi.
mas o Kurt tem algo de especial que ninguém pode explicar com palavras: só os arrepios explicam. ele (ainda) passa nitidamente a ideia de que era, de fato, um monossilabico. uma boa pessoa, um cara que não queria ser KURT COBAIN. ele queria fazer musica, queria ser artista, não FAMOSO.
com certeza ainda dá motivos para que eu me emocione toda vez que eu ouço/vejo Nirvana.
eu consigo encontrar o Nirvana.

sexta-feira, 31 de julho de 2009

parâmetros
eu: alto.
ele: baixo.
eu: falo.
ele: ouve.
eu: finjo.
ele: esconde.
eu: leio.
ele: conta.
eu: durmo.
ele: morre.
eu: fumo.
ele: bebe.
eu: jogo.
ele: blefa.
eu: resmungo.
ele: observa.
eu: sarcasmo.
ele: ironia.
eu: virgem.
ele: sexual.
eu: feminista.
ele: machista.
eu: alface.
ele: costela.
eu: pinto.
ele: toca.

segunda-feira, 27 de julho de 2009

"Bebida é água. Comida é pasto.
(...) A gente não quer só comida.
A gente quer comida, diversão e arte."
"a long time ago, we used to be friends..."
- Ninguém pode ver a gente aqui!
- Ninguém vai... tá escuro! - disse.
As vozes falavam baixo e mal saiam devido ao frio cortante.
- Deita, deita aí! Dá a mão, fica quietinha que a gente esquenta!
N. deitou, ficou quieta e pois-se a olhar o teto enquanto D. pegava as mãos que dançavam em ritmo distinto, não acompanhando a musica que tocava no ar. Os quatro pés dos dois amantes mais pareciam pedras de gelo, mas a mente estava quente. A mente dominava o corpo.
- N., tá ficando tarde. Vamos voltar? - Disse D. com preguiça, mas como sempre, consciente.
Saíram do quarto pisando na neve, abraçaram-se, disseram afetos no ouvindo. Voltaram para a multidão, onde o olhar era o único veiculo que aproximava as duas almas, agora, distantes.
- Acho que vou pra cama... Tá me dando sono... - ela exclamava afim de que todos ouvissem. Porém, o objetivo principal era chamar a atenção de D. que captou imediatamente a mensagem.
Seguiram até o quarto, sentaram-se um de frente para o outro no sofá bege, comentaram a festa e as pessoas.
Beijaram, beberam, tocaram.
D. notara que a amada estava exausta, trabalhara durante o dia todo, e dispôs-se a faze-la uma massagem nos pés. Ele tinha um carinho sensível e fora do comum por N., que o amava mais que qualquer outra que coisa que pudesse ser amável no mundo.
- Obrigado, você é maravilhoso e eu te amo. - agradeceu N. fechando a porta. Já era hora de descansar. - Vem cá, me dá uma abraço e um beijo!
Beijaram.
- Boa noite.
- Boa noite, N.

sexta-feira, 24 de julho de 2009


Há muito tempo que eu já dizia: toda essa chinfra não te garante. Você não sabe arte de saberandar nem de salto alto , nem deescada rolante. Sua vida não tem muito sentido. Sempre em dia com o seu atraso...
Mas e daí? Ela se acha tão chic, troca seu destino por qualquer acaso.
E perdeu a pose! Decadence avec elegance!
Ela diz pra mim: seja um bom rapaz, pratique algum esporte, tenha bons ideais... Afinal de contas, o fim do mundo não é nenhum fim de mundo. E se for...
Descance em paz e no final da madrugada, perambulando pelos bordéis... Decadence - é melhor viver!
Decadence avec elegance!

quinta-feira, 23 de julho de 2009

prepare-se para escrever...

penso que no mundo todo, no planeta inteiro - literalmente - existam tipos diferentes de pessoas dentro de um só corpo. veja bem: se hoje somamos 7 bilhões de habitantes na Terra, na verdade somos nada mais que (no minimo) 14 bilhões. ninguém transparece ao outro exatamente aquilo que se é. a não ser que o individuo seja um falsário hipocrita (raça comum entre os homens).
não há motivos para dotarmos de todas as imposições sociais que o mundo predominantemente católico impõe aos nossos hábitos. cada ser tem uma ideia de certo/errado, e não cabe a ninguém, NINGUÉM, julgar as afirmações supostas pelo próximo.
somos regidos pelo medo em todas as praticas de nossas ações: temos religião por medo do inferno. somos justos por medo da punição. somos belos por medo da não aprovação.
alguns caminham com esses paradigmas devido a falta de opção que lhes é propiciada. ou pelo menos, indagam essa teoria. e convencem (virtuosos).
sofremos "coitos" constantemente, e isso nos torna pessoas amargas, mas que devem levar a vida como ela é. de fato, a vida não é fácil: acordamos as 6 da manhã, temos que ir para um trabalho que nem sempre gostamos, conviver com pessoas podres e não contamos sequer com a chance de expressar os sentimentos por medo de perder a "fonte de renda". não vejo situação pior.

dou valor ao tempo que passo em casa sem fazer absolutamente nada. de frente para mim mesma, expressando sem medo nem culpa aquilo que tenho vontade.
nunca espere me conhecer integralmente pois não sou nada diferente do que se deve ser. sou apenas, consciente.

sexta-feira, 17 de julho de 2009

é o seguinte: deve existir milhares de putinhas saltitantes dispostas a dar uma volta num belo carro. existem mil e uma garotas afim de uma noite e um café.
tá bom, tô num estagio de "depressão pós vista" profundo e não sei o que dizer... nem dormir eu consigo. deixei até de roer unha pra te agradar...
ninguém vai te amar como eu amo, na intensidade em que o ato se encontra. eu já não sei se depende de mim, não quero que isso vire uma doença e atinja o resto do corpo: a minha mente já não é a mesma depois daqueles anos atrás.
to de saco cheio, e disposta a mudar isso... não tenho mais paciência, isso me esgota.
não é culpa sua, é só minha. você nem sabe o quanto existe em mim.
eu não sei você, mas pra mim basta. e não é por você, é por mim.
antes de "tu", existe o "eu".
não tô disposta a morrer de amor.

quinta-feira, 16 de julho de 2009

vou contar um segredo: I WANNA BE YOUR DOG!

segunda-feira, 13 de julho de 2009

MEU LUGAR, MINHA HORA E MINHA VEZ!

segunda-feira, 6 de julho de 2009

"E por isso voltou. Por que sempre o amou, mesmo levando a dor daquela mágoa.
Mas segurando a sua mão, sentiu sorrir seu coração e amou como nunca havia amado.
Mas como começar denovo, se a ferida que sangrou acostumou a me sentir prejudicado?
É só você lavar o rosto e deixar que a agua suja leve longe do seu corpo o infeliz passado...

E viveram felizes para sempre...
Eles estavam livres da perfeição que só fazia estrago."
Essa vida.
Essa vida as vezes me cansa... Não que eu esteja cansada de viver, mas estou cansada do cansaço que a vida traz.
Ela rouba a minha beleza sem piedade nem compaixão.
Olho para os lados e vejo coisa feia. Vejo gente desfavorecida, e superiores me tratando como se o azar do outro fosse falta minha. Não tenho poderes para melhorar o olhar do pobre, suprir a fome do miserável. Cada um nasce de um jeito, cada um nasce em um comodo.
Tenho dores, mas ando. Tenho preguiça, mas acordo. Tenho nojo, mas cheiro. Tenho desejo, mas interrompo.
Nada que é de mérito e esforço meu é observado. Graças as forças na natureza nasci inteligente e sensata. Posso dizer e ouvir, sei fazer na medida certa. A não ser que o monstro do mau humor desperte em mim... Fora isso sou adorável e sei aproveitar de tudo um pouco.
Sei aproveitar bem as situações.
Sei aproveitar bem o próximo.