sábado, 20 de fevereiro de 2010
eu deixo "a vida me levar" de uma maneira tão engraçada... as vezes eu penso que o tempo sempre se encarrega de tudo! eu perco as coisas, perco pessoas, mas sempre tudo dá certo.
eu me descabelo descabidamente inúmeras vezes. chego até o fundo do poço, faço um dramalhão dos diabos, mas em 24 horas eu volto ao normal. volto a ser andrezza de sempre.
não tenho medo de me apaixonar e encontrar a decepção. é como eu digo: minha tristeza é prevalece por um dia, talvez dois. ela acontece até a primeira musica agitada que eu escutar, ou ao primeiro cigarro a acender.
não que os meus momentos de melancolia não sejam doloridos.. ah, eles são terrivelmente terriveis. eu quero morrer, quero acabar com vida dos meus familiares e amigos... sinto uma culpa que corta o meu coração... mas quando eu caio diante da realidade, só um pensamento reina: não vai ser uma pessoa como eu que destruirá a vida das pessoas a minha volta. eu nem rogo por atenção, porra! na maioria das vezes eu sou greta garbo: QUERO FICAR SOZINHA!
é somente por isso que eu nao quero que se preocupem comigo. nem eu mesma me preocupo...
não vejo a hora de sair da casa dos meus pais. pisar naquele chão da capital e quebrar a cara! quero passar por perrengues, resolve-los e brindar no fim da tarde: mais um sucesso! eu quero ganhar muito dinheiro, esbanjar em bolsas chanel e sapatos jimmy choo! fazer altas loucuras e "me arrepender" depois. me arrependerei só de mentirinha, pois eu NUNCA me arrependo. jamais faço coisas que eu não queira fazer. isso é uma otima formula para nunca sentir o pesar do arrependimento.
acho que cada momento é um momento. se agora tenho vontade, vou lá e faço.
"fi-lo porque qui-lo".
arrependimento? não conheço esse tipo de palavra.
ok... as vezes eu penso que deveria ter gastado mais tempo organizando melhor os fatos e fotos... mas nunca tive uma consequencia que me fizesse amargurar num mar de regrets...
isso sou eu. intensidade é meu sobrenome. isso sou eu, e ser assim é uma delicia!
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
ALEXANDER, WE LOVE YOU
Oh Alexander, I swear...
terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
eu digo: sou uma montanha russa. não sou constante, definitivamente.
a tremedeira de antes já não aconteceu mais. foi bom, tudo aconteceu feito uma marola leve, que ia e voltava mais nunca quebrava no final na praia.
a minha loucura por essa parcela de vida minha existente em outra pessoa cessou. na realidade, ainda não cessou completamente, mas se estabilizou. foi mais fácil do que eu pensava. a questão foi uma: pensar. incrível o que o pensamento faz com a nossa vida.
as coisas estão acontecendo no seu tempo certo. e eu aceitei isso. não dá pra lutar com a minha "lenda pessoal"; é só não deixa-la morrer.
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
"Tenho as mãos atadas ao redor do meu pescoço/Eu queria mesmo era tocar seu corpo/Reprimo meus momentos/Jogo fora os sentimentos e depois?/Depois toco meu corpo eu tenho frio/Sou um louco amargurado e até vazio/E me chamam atenção/Mas eu sou louco é de paixão e você?/Você que me retire desse poço/Eu sei ainda sou moço pra viver/E te ver assim tão crua/A verdade é toda nua/E ninguém vê/Eu tenho as mãos atadas sem ação/E um coração maior que eu para doar/Reprimo meus momentos/Jogo fora os sentimentos sem querer/Eu quero é me livrar/Voar/Sumir/Perder não sei, não sei, não sei querer mais/A qualquer hora é sempre agora chora/Quero cantar você/Vou fazer uma canção liberte o meu pensar/Aperte os cintos pra pousar/Agora é hora de dizer muito prazer sorte ou
azar e amar/Simplesmente amar você"
sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
terça-feira, 12 de janeiro de 2010
"TODA MULHER QUER SER AMADA. TODA MULHER QUER SER FELIZ. TODA MULHER SE FAZ DE COITADA. TODA MULHER, É MEIO LEILA DINIZ!"
terça-feira, 5 de janeiro de 2010
OLHO
o olho que antes disso sente
o olhar que é insustentavel
o olhar que não tem revela leveza.
olha para baixo, olha para cima
deita, rola, grita.
o olhar que diz, de você para mim
todo dia pergunta "por que ficar assim?"
o olho desce para olhar as pernas
o olhar exclama e reclama.
o olhar sobe, vê a mente e mente.
o olhar se perde, rasteja e implora
"ao menos um sinal concreto, meu amor!"
o olhar que não mente, mas sente.


























