sexta-feira, 17 de julho de 2009

é o seguinte: deve existir milhares de putinhas saltitantes dispostas a dar uma volta num belo carro. existem mil e uma garotas afim de uma noite e um café.
tá bom, tô num estagio de "depressão pós vista" profundo e não sei o que dizer... nem dormir eu consigo. deixei até de roer unha pra te agradar...
ninguém vai te amar como eu amo, na intensidade em que o ato se encontra. eu já não sei se depende de mim, não quero que isso vire uma doença e atinja o resto do corpo: a minha mente já não é a mesma depois daqueles anos atrás.
to de saco cheio, e disposta a mudar isso... não tenho mais paciência, isso me esgota.
não é culpa sua, é só minha. você nem sabe o quanto existe em mim.
eu não sei você, mas pra mim basta. e não é por você, é por mim.
antes de "tu", existe o "eu".
não tô disposta a morrer de amor.

quinta-feira, 16 de julho de 2009

vou contar um segredo: I WANNA BE YOUR DOG!

segunda-feira, 13 de julho de 2009

MEU LUGAR, MINHA HORA E MINHA VEZ!

segunda-feira, 6 de julho de 2009

"E por isso voltou. Por que sempre o amou, mesmo levando a dor daquela mágoa.
Mas segurando a sua mão, sentiu sorrir seu coração e amou como nunca havia amado.
Mas como começar denovo, se a ferida que sangrou acostumou a me sentir prejudicado?
É só você lavar o rosto e deixar que a agua suja leve longe do seu corpo o infeliz passado...

E viveram felizes para sempre...
Eles estavam livres da perfeição que só fazia estrago."
Essa vida.
Essa vida as vezes me cansa... Não que eu esteja cansada de viver, mas estou cansada do cansaço que a vida traz.
Ela rouba a minha beleza sem piedade nem compaixão.
Olho para os lados e vejo coisa feia. Vejo gente desfavorecida, e superiores me tratando como se o azar do outro fosse falta minha. Não tenho poderes para melhorar o olhar do pobre, suprir a fome do miserável. Cada um nasce de um jeito, cada um nasce em um comodo.
Tenho dores, mas ando. Tenho preguiça, mas acordo. Tenho nojo, mas cheiro. Tenho desejo, mas interrompo.
Nada que é de mérito e esforço meu é observado. Graças as forças na natureza nasci inteligente e sensata. Posso dizer e ouvir, sei fazer na medida certa. A não ser que o monstro do mau humor desperte em mim... Fora isso sou adorável e sei aproveitar de tudo um pouco.
Sei aproveitar bem as situações.
Sei aproveitar bem o próximo.

sábado, 4 de julho de 2009

O mundo é meu. O mundo é MEU, "Sebastião".
Eu quero ganhar o mundo com a minha arte que não é artística, é rudimentar. Quero ganhar o mundo fazendo-o rir. Quero andar por Londres e tomar café em NY.
Quero vestir roupa rosa e usar laço no cabelo. Laço amarelo. O mundo é meu, e o mundo é "bão, Sebastião!"
Eu tenho desejo de beber a agua do mundo, de olhar a rua do mundo e os pés do mundo. De abraçar gratuitamente, sair do confinamento, dar andamento ao meu talento. Mostrar para que vim e por que vou. Cada dia mais longe. "O mundo é bão Sebastião!"
Eu quero quebrar a perna e a cabeça. Quero colar sentimento em todas as pessoas que se aproximarem da minha LUZ, e afastar os mais fluidos da minha volta. Eu quero correr num parque verdinho. Quero ficar resfriada de tanto tomar sorvete. Sem me preocupar com o peso.
"O mundo é teu, Sebastião!"

sexta-feira, 3 de julho de 2009


Choose life. Choose a job. Choose a career. Choose a family, Choose a fucking big television, Choose washing machines, cars, compact disc players, and electrical tin openers.Choose leisure wear and matching luggage. Choose a three piece suite on hire purchase in a range of fucking fabrics. Choose DIY and wondering who you are on a Sunday morning. Choose sitting on that couch watching mind-numbing sprit-crushing game shows, stuffing fucking junk food into your mouth. Choose rotting away at the end of it all, pishing you last in a miserable home, nothing more than an embarrassment to the selfish, fucked-up brats you have spawned to replace yourself. Choose your future. Choose life.

quinta-feira, 2 de julho de 2009

"um dia depois, não me vire as costas. salvemos nós dois: tudo vira bosta!"

e qual é o segredo para viver bem? como podemos manter relações e sermos bem sucedidos nelas?
não vejo nenhuma teoria inteiramente confiável, mas tenho algumas suposições que me aprecem coerentes.
todas as pessoas que habitam o planeta azul dotam de mentes totalmente adversas, não existem sequer, dois seres que agreguem a proeza de terem pensamentos completamente iguais. não existe de fato gente transparente, autruista.
nós, humanos, temos a péssima mania de exigir do outro aquilo que faríamos por ele: bingo! falhamos mais uma vez.
de repente, aquilo que foi dito a um minuto atrás, foi de extrema importância para a sua vida, mas não para a dele. provavelmente o seu interlocutor tem mais ideias do que aquela "frase de efeito" que você disse para impressiona-lo e elaborou com tanto esforço.
precisamos esperar do outro aquilo que sabemos - e temos certeza - que ele pode nos oferecer. viver assim seria completamente mais fácil e menos tortuoso do que o caminho que escolhemos.
nascemos sendo mártires e vivemos assim. as vezes esquecemos do simples detalhe: é melhor ser o culpado. uma vez que a culpa é sua, o controle é seu. quando o controle é seu,
VOCÊ pode mudar a situação.

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Sairia do trabalho as 7 naquele dia e iria direto para a casa como fazia todos os dias. Aquele dia a rotina havia esquecido de exercer sua função, e o carro também. A rotina não exercera por que o carro não o fez anteriormente.
Viu o primeiro táxi amarelo, fez sinal ao motorista mas o miserável recusou-se a parar.
Ele estava faminto, almoçara as duas da tarde, aquela reunião inacabável e tortuosa demorou a acabar.
Tinha mulher e filhos em casa esperando para o jantar; de certo ele chegaria, beijaria a esposa, abraçaria os filhos e leria o jornal com noticias bombásticas.
Mas o destino mudou a rota. Ele então entrou no onibus - não estava acostumado ver tanta gente "diferente" - e quase caiu com o balanço daquele transporte sujo e velho. Mas bastou um olhar para o resto do dia transformar-se na mais bela ópera.
Psicologia de um vencido

Eu, filho do carbono e do amoníaco,
Monstro de escuridão e rutilância,
Sofro, desde a epigênesis da infância,
A influência má dos signos do zodíaco.

Profundíssimamente hipocondríaco,
Este ambiente me causa repugnância...
Sobe-me à boca uma ânsia análoga à ânsia
Que se escapa da boca de um cardíaco.

Já o verme — este operário das ruínas —
Que o sangue podre das carnificinas
Come, e à vida em geral declara guerra,

Anda a espreitar meus olhos para roê-los,
E há-de deixar-me apenas os cabelos,
Na frialdade inorgânica da terra!

- Augusto dos Anjos

terça-feira, 30 de junho de 2009

existem dois tipos de pessoas no mundo: os preocupados, e os alienados.
ser aparentemente "bem resolvido" socialmente é um troféu a ser carregado por todos os seres humanos normais. afinal, já dizia o mestre "é impossível ser feliz sozinho". mas irrevogavelmente, a felicidade só é encontrada quando estamos completamente sozinhos, diante de nosso corpo e alma.

seja inteligente, ou seja gostosa (o): mentira!
mas geralmente as gostosas são as "loiras burras", "marias gasolina", siliconadas... tamanha ignorância, Deus! "afasta de mim esse cálice!". já as inteligentes tem umas gordurinhas sobrando, filosofam demais e se preocupam demais. "sai dessa menina, você é melhor do que imagina." garanto que você geme melhor e não tem hora para parar de ser feliz... tira essa mascara!

que puta escolha a se fazer... as vezes escolhemos sermos bonitos, bêbados e pagodeiros. outras optamos por ouvir boa musica, ler jornais e usar tênis por todo o tempo.

sinceramente não sei qual é a melhor saída.
"tô encurralada!"

seja gostosa, ou morra sozinha.

sábado, 27 de junho de 2009

Em 2005 ele chegou. A principio era Nicolas. A irmãzinha dele era Nicole, e como eram gêmeos, seriam Nicole e Nicolas. Mas a casa era de uma família corinthiana, e então o mais novo “bebê” tornou-se Tevez. E o nome combinou com ele... Tevez era doidinho, fazia barbaridades. Corria, chorava... Trombava em tudo! Era mimado por todos naquele lar, que desde então passou a ser dele também. Tico, Chico, Titico, Príncipe, Pitiquinho... Quando a gente se depara com uma vidinha daquelas olhando nos nossos olhos tentando dizer “eu te amo e preciso de você”, a razão desce pelo ralo junto com a tristeza e ficamos bobos; cegos de amor.
Ele enfrentou alguns problemas de saúde: era hipertenso, tinha hepatite e problemas estomacais. Mas nunca foi um mau cachorro. Adorava comer comida de gente. Latia feito louco toda manhã. Não gostava de colo e ficava rabugento quando o pegávamos. Mas se estivéssemos cabisbaixos, ele era o primeiro a pular e lamber o nosso rosto “vou estar aqui sempre, meus donos”.
Ao contrario da Nick, ele nunca fazia desaforos. Já ficamos muito bravos com ele: ninguém gosta de ter um lixo revirado no meio da cozinha. Mas ele estava sempre lá, a sorriamos todas as vezes que notávamos a presença dele.

Semana passada compramos uma roupinha azul, e tinha uma toquinha. Era uma espécie de “moleton”, para que ele não passasse frio. Ele ficava lindo vestido daquele jeito... Estava sempre lindo. E nos seus últimos dias, ele estava diferente, parecia saber que viria nos deixar.
Sexta feira, três horas da tarde, e ele foi atropelado... Eu e meu pai lutamos junto com ele, até chegarmos ao hospital de uma cidade vizinha. Fizemos 70 km em 20 minutos. Aquela vida dependia mais do que nunca da nossa ajuda esforço. O tempo foi nosso inimigo, e ele se foi. Porém foi dignamente, partiu como herói. Um verdadeiro campeão: lutou até seu ultimo suspiro. Ouvia seu nome, e latia para responder nosso chamado. Mas ele era pequeno, frágil e indefeso.
Agora, o Tevez é uma estrela, um anjo, um protetor... Não sei ao certo, mas ele fará uma falta imensa.

Tico, nós te amamos, e sempre vamos te amar. Sua irmã, Nick e o seu “irmãozão”, Léo irão sentir sua falta demasiadamente.
O “papai, mamãe, tato e tata” sofrerão bastante, mas é assim que acontece quando um ser especial parte.
(Hoje eu tenho certeza que a saudade é o pior sentimento que existe.)
1958-2009

:(

quarta-feira, 24 de junho de 2009

Tamanha hipocrisia esses bichos que se dizem "transparentes, justos e confiáveis". Esse grupinho de não-falsos, não severos... me irrita!
Não há no mundo uma só pessoa que tenha sido contraditória perante seus princípios, que não tenha negado a sua identidade na intenção de evitar um conflito. Vivemos num mundo a base de trocas: te dou o meu carinho e você me enche de atenção. Qual é...?
Se há algo que aprendi foi que a minha hipocrisia só me levaria a retalhar minhas virtudes. Questão: sou falsa, dissimulada, irritante durante todo o tempo. Aliás, falsa eu acho que não... Será que sabem diferenciar falsidade de ironia? É bom saber que as pessoas pensam que eu estou sempre brincando com elas... Vomito todo o meu veneno na cara, e elas acham que é "brincadeirinha". Afinal, conviver comigo deve ser difícil...
Eu procuro sempre um jeito de me safar das complicações. Prefiro que me amem. Adoro controlar a tudo e todos mesmo... E não gosto de gastar tempo e energia combatendo com as filosofias de gente hipócrita e de falsa moral.
Ajudo quem for preciso, e não sapateio em meio a tragédia alheia. Tudo bem, só as vezes... Mas somente enquanto isso não me prejudicar, e, de fato, ao próximo.
Tenho gente me cercando o tempo todo, e elas me adoram. Adoram a minha transparência, e eu adoro observa-las tentando capsiosamente serem reciprocas em relação a isso.
Concluindo: vivemos no mundo do interesse. Você faz a sua imagem.
Desonestidade? Não, isso não é a minha praia... Muita credibilidade? Pode ser...
Hey! Hey!
What the hell's going on here?
You stole my story.
Well?
I'm sorry. Do l...?
- I don't know you.
- I know that.
That doesn't matter.
I know you, Mr. Rainey, that's what matters.
You stole my story.
You're mistaken.
I don't read manuscripts.
You read this one already.
You stole it.
DESABAFO:

eu não sei se alguém já quis tanto alguma coisa a ponto de quase morrer de medo de não alcança-la. mesmo que sejamos repletos de virtudes, a insegurança acaba tomando nossa mente como garantia de troca para momentos decisivos.
a não obrigatoriedade para diploma de jornalista passou, no primeiro momento, uma impressão de tristeza e revolta. no segundo momento, de desespero. no terceiro, tive gana.
já pensei em exercer inúmeras profissões, porém, hoje, só me vejo "jornalistando". terei as dificuldades dobradas para alcançar a plenitude na minha vida profissional: agora não basta ser formado. tem que ser bom. excelente, na realidade.